quinta-feira, 25 de julho de 2013

IGHB - DOMINGUINHOS: VIDA E OBRA



Dominguinhos: vida e obra é o tema da palestra que será pronunciada pelo pedagogo, historiador e pesquisador Luiz Américo Lisboa Júnior, dia 29 de julho, às 17 horas, na sede do IGHB. O objetivo é homenagear o instrumentista, cantor, compositor, além do mais importante sanfoneiro do País, herdeiro artístico de Luiz Gonzaga. O músico José Domingos de Morais nasceu no interior de Pernambuco, na cidade de Garanhuns, em 12 de fevereiro de 1941, e faleceu nesta terça-feira (23), aos 72 anos, em São Paulo. Ele lutava contra um câncer de pulmão. Na palestra serão destacados os traços marcantes da trajetória musical do artista e a sua importância para a cultura nordestina.
Informações: www.ighb.org.br

Instituto Geográfico e Histórico da Bahia
Av. Joana Angélica, 43 - Piedade - Salvador - BA
Telefone: 71 3329 4463  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

IGHB - Irmão Paulo Lachenmayer: um artista alemão no Mosteiro de São Bento da Bahia


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Irmão Paulo Lachenmayer: um artista alemão no Mosteiro de São Bento da Bahia é tema de palestra que será proferida pelo arquiteto e mestre em artes visuais Paulo Veiga, no dia 17 de julho, às 17h, no IGHB. O professor e artista plástico abordará aspectos que contextualizam a vida e a obra do monge leigo do mosteiro beneditino de Salvador.

Serão apresentados traços da personalidade do artista, a sua adaptação ao novo ambiente sociocultural – a Cidade do Salvador, bem como o eclético legado deixado no acervo das artes da Bahia.

Ainda pouco conhecidos pela comunidade baiana, o nome e a obra de Irmão Paulo Lachenmayer estiveram presentes nas áreas da arquitetura, da heráldica e das artes gráficas e vinculados, principalmente, aos eruditos e intelectuais da Bahia.

Sobre Lachenmayer: nascido na Alemanha em 1903, Irmão Paulo chegou a Bahia em 1922 onde viveu até a sua morte em 1990. Crescido e educado em ambiente familiar católico e ligado às tradições artesanais da Alemanha pré-Revolução Industrial, conviveu, em sua juventude, com as principais correntes artísticas acontecidas nas primeiras décadas do século XX, em seu país natal.

Inscrição gratuita, com direito a certificado
Mais informações no site: www.ighb.org.br 

terça-feira, 2 de julho de 2013

CIRO FLAMARION CARDOSO





No dia 29 de junho de 2013, faleceu Ciro Cardoso, aos 70 anos, vítima de câncer. É uma perda para a Universidade Federal Fluminense, na qual Ciro atuou desde 1979. É também uma perda para a comunidade historiográfica brasileira, que aprendeu a admirar a obra, sobretudo teórica, do grande professor.
Ciro Cardoso se destacou, nas décadas de 1970 e 1980, por sua contribuição à interpretação das sociedades coloniais na Época Moderna, em uma perspectiva marxista. Propôs a teoria original dos modos de produção coloniais, animado por uma crítica frontal ao marxismo "politizante". Recusou o modelo stalinista, que defendia a revolução burguesa como etapa necessária para o triunfo do socialismo, assim como o modelo do "foquismo revolucionário", que defendia a revolução comunista imediata. Ciro defendia um marxismo teoricamente puro, livre da política.
Cansado das polêmicas que grassavam nos anos 1980, Ciro refugiou-se na História Antiga, sua paixão da juventude, mormente a história do Egito faraônico. Nem por isso abandonou a esgrima teórica, publicando vários textos contra a chamada Nova História, que considerava politicamente reacionária e teoricamente inconsistente.
Autor premiado por sua tese doutoral sobre a Guiana Francesa no século XVIII, deixará muitos órfãos entre os alunos da Universidade Federal Fluminense.

Ronaldo Vainfas - Professor UFF